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A batalha genética

por impressoemmeiahora, Quinta-feira, 08.05.14

 

Agora que dois elementos do Impresso cumpriram com a programação de milhões de anos, temos o prazer de disfrutar da companhia do Martim e do Simão. Não que não estejamos habituados a infantilidades pois há anos que convivemos com o Abel, mas interagir com miúdos de tenra idade é sempre melhor que conviver com adultos infantis. São mais genuínos, digamos. É contudo inevitável que exista a comparação e que comece a aparecer alguma rivalidade, afinal as idades não são assim tão afastadas. Sei que as mães não gostam que se fale neste assunto, afinal ficam sempre divididas e ninguém gosta que se diga mal do marido ou do do filho, mas há assuntos, que pela sua pertinência, não devemos adiar.

 

Falo assim da rivalidade do Simão com o Xico e do Martim com o Tino. Filhos gerados com todo o amor que em pouco tempo ameaçam relegar os pais para o elemento mais estúpido da casa. Informações a que o Impresso teve acesso confimam que já por 3 vezes o Simão tentou comprar uma enchada para dar um aspecto digno à Horta/Jardim/Matagal que o pai insiste em manter, mas foi travado pelo maior poderio físico do progenitor (sem violência). Consta que o ligeiramente mais jovem ainda pensou em aproveitar-se da paz inerte do pai, aplicar-lhe uma valente empenadela, e então resolver aquela vergonha que o impossibilita de levar amigos a casa. Contudo, refletiu, pensou na mãe e em como ela ficaria triste, e decidiu dizer "para que serve a enchada pai?"... ao nível que é obrigado a descer para manter o lar funcional. Consta igualmente, mas não podemos garantir (ao contrário do cenário anterior) a verdade absoluta deste segundo ponto, que o Simão enveredou por uma estratégia subliminar e convenceu o pai que em Matosinhos, como se caminha para Sul e se está mais próximo do Sol, a horta dá-se melhor. Em pouco tempo o pai se convenceu que a ideia foi sua.

 

Para os lados de Torres Vedras o cenário não é muito diferente. Logo aos 2/3 dias de vida o Martim igualou o pai nas actividades de vida diária: dormia e comia. Contudo, cedo se começou a perceber que alguém estava a ficar para trás quando o Martim conseguiu que alguém lhe mudasse a fralda, algo que o pai tenta quase há uma década sem sucesso. Ao mês e meio o Martim destacou-se do progenitor de forma brilhante: começou a palrar. A riqueza de vocabulário cedo fez as delícidas da mãe, habituada à sempre pertinente questão do esposo "está pronto o almoço?". Foi o início de algo novo e sem ter atingido ainda os 2 meses de idade começa a ser difícil já comparar pai e filho. O Impresso sabe que corre um boato em Torres Vedras de que ontem, Terça Feira, foi mesmo o Martim que tomou conta do pai mas o Impresso duvida que aos 2 meses o Martim se sujeite a isso. Um homem tem a sua dignidade.

 

Assim, em resumo, aproveitando o brilhante património genético das mães, os miúdos rapidamente ultrapassaram os pais. Resta-lhe agora aos pais conviver com o Abel pois estes dois já são de outro campeonato.

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por impressoemmeiahora às 00:19


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