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Economia e assimetrias regionais: estará o investimento onde deveria estar?

por impressoemmeiahora, Domingo, 18.12.16

Os valores do PIB para 2015 O PIB dos Açores, registou em 2015 um crescimento superior à média nacional. Assim, segundo os dados divulgados pelo INE, no ano de 2015 a taxa real do PIB dos Açores é 1,7% enquanto o país teve um crescimento inferior (1,6%).

 

O ritmo de crescimento do PIB dos Açores em 2015 foi mais do dobro do verificado em 2014 (0,7%). O PIB dos Açores em 2015 é de 3.785 milhões de euros. O valor de 2014 passou para 3.706 milhões, e nos anos anteriores ficou-se nos 3.663 milhões em 2013 e nos 3.610 milhões em 2012. A taxa de evolução real do PIB dos Açores (1,7%) foi superior às taxas de crescimento das regiões Madeira com (-0,1%), do Alentejo com 1,4% e de Lisboa com1,2%, O Algarve com 2,7% foi a Região com a taxa mais alta, seguindo-se o Centro e o Norte com a mesma taxa de 1,9%. Rendimento disponível bruto das famílias por habitante Com as contas regionais, o INE divulgou igualmente o Rendimento Disponível Bruto das famílias das regiões para o ano de 2014.

 

Em 2014, último ano divulgado as famílias dos Açores têm um RDB pc de 11.303€ enquanto que a média nacional é de 11.225€. Desde 2004, desde há dez anos, que o RDB pc dos Açores continua superior à média nacional.

 

De 2013 para 2014, as famílias dos Açores tiveram um aumento de rendimento per capiat superior à média nacional, enquanto nos Açores o acréscimo de RDB pc foi de 83€, a média nacional teve um auento de 17€. O valor para os Açores do RDB das famílias per capita é também superior ao das regiões do Norte (9.741 euros), do Centro (10.464 euros), do Alentejo (10.642 euros) e da Madeira (10.926 euros). Apenas as famílias residentes no Algarve (11.987 euros) e em Lisboa (13.806 euros) têm RDB per capita superior aos Açores.

 

Para mais informações consultar o site do SREA: http://estatistica.azores.gov.pt

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por impressoemmeiahora às 14:32

Os entendidos com colhões que me expliquem estes números

por impressoemmeiahora, Sexta-feira, 25.11.16

http://oartistadodia.blogspot.pt/2016/11/a-facilidade-ou-nao-com-que-se-mostram.html

 

Quando alguém me explicar porque, a jogar em casa, o Benfica vê 1 amarelo a cada 43 faltas, o Porto 1 a cada 18 e o Sporting 1 amarelo a cada 6 faltas, nestas primeiras 10 jornadas do campeonato, talvez eu deixe de ter a leve suspeita que algo se estranho se passa no Campeonato Português.

 

Quando alguém me explicar porque, nos jogos em que um grande joga fora, os adversários do Benfica vêm 1 amarelo a cada 6 faltas, os do Porto 1 a cada 4 faltas e os do Sporting 1 amarelo a cada 10 faltas, nestas primeiras 10 jornadas do campeonato, talvez eu deixe de ter a leve suspeita que algo se estranho se passa no Campeonato Português.

 

Talvez este quadro final faça corar alguns de vergonha. Pelo menos o Nuno Figueiras tenha a certeza que irá olhar para estes numeros e dizer: sem nenhuma dúvida, corrupção da boa.

 

 

 

 

 

 

 

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por impressoemmeiahora às 21:12

Bruno de Carvalho - alhos e bugalhos e a perda total de noção

por impressoemmeiahora, Sábado, 19.11.16

Tudo o que diz, é estúpido. É o Trump português. Ou teremos nós uma imprensa americana?

 

Passo a citar:

"Muito se tem discutido a questão dos "títulos" nacionais no futebol ao longo dos últimos tempos e ontem fomos brindados com uma capa do jornal "A Bola" que em vez de esclarecer, apenas vem adensar a polémica. Penso que o vosso jornal, na minha opinião o mais isento dos três jornais desportivos diários, poderia prestar um bom serviço a toda a comunidade que se interessa pelo tema e esclarecer definitivamente as pessoas, pois o que está em causa é essencialmente uma questão de português e da sua correcta interpretação.
 
E a questão é muito simples. Tudo depende do que se está a analisar, pelo que existem várias interpretações legítimas da contabilização dos "títulos".
 
Mas primeiro, alguns factos incontestáveis à luz da história:
 
1) O vencedor do Campeonato de Portugal foi sempre considerado à época, até à sua SUBSTITUIÇÃO, o campeão de Portugal, ou seja, o campeão nacional.
 
2) A I Liga, apesar de experimental (no sentido de aferir a viabilidade um campeonato de todos contra todos e esse campeonato passar a atribuir o título de campeão de Portugal) não deixa de ser uma competição oficial, e como tal deve contar para o palmarés dos seus vencedores;
 
3) O vencedor da I Liga, durante a sua curta existência, não recebia o título de Campeão de Portugal, mas apenas de campeão da I Liga, tendo a mesma ACABADO em 1938.
 
4) O título de Campeão de Portugal apenas passou a coincidir com o vencedor da Liga a partir da época 1938/39.
 
Estes factos estão atestados por actas da própria FPF:
 
Criação da I Liga em 1934 - "promover a título experimental o Campeonatos das Ligas, 1.ª e 2.ª Divisões, sem prejuízo dos Campeonatos Distritais, nem do Campeonato de Portugal";
 
Criação do actual Campeonato em 1938 - "acabar com os Campeonatos das Ligas e substituir o Campeonato de Portugal das jornadas em sucessiva eliminações, por um campeonato de maior rigor e regularidade, pelo sistema de "poule" em duas voltas".
 
Reparem bem nesta última Acta. O que é substituído é o Campeonato de Portugal e não o Campeonato das Ligas, o que é inequívoco acerca de qual a competição que até então atribuía o título de campeão nacional, o campeonato de Portugal. Caso fosse a então I Liga, então seria esta a ser substituída e não a acabar, como sucedeu.
 
Estes factos são indesmentíveis à luz da história, sendo totalmente descabido um revisionismo mais de meio século depois, apenas porque o formato da competição era X e não Y. Esse argumento é totalmente inaceitável, até porque há imensas competições que já atribuíram o mesmo título em diversos formatos (competições europeias e mundiais (mesmo de clubes), diversas modalidades (sistemas de playoff), escalões de formação, etc.), além de existirem países que contabilizam os seus campeões nacionais de futebol independentemente do formato da competição, mas sim com base no que era então convencionado. E em Portugal, desde 1921 até 1938, estava claramente convencionado qual a competição que atribuía o título de Campeão de Portugal. Era uma convenção aceite por toda a comunidade à época, pelo que tentar alterar, mais de meio século depois, o que as pessoas sentiam e aceitavam então, é totalmente inaceitável.
 
Isto não significa que não se considere mais justo um vencedor de uma Liga do que um sistema a eliminar. De facto, essa opinião é totalmente legítima, não pode é, só porque é mais justo, passar a ser mais de meio século depois o que não era então. De facto já na altura alguns defendiam que o campeão nacional deveria ser o campeão da Liga e não o vencedor do Campeonato de Portugal, mas isso, não passava de uma opinião, sem a necessária sustentação administrativa por parte da FPF. É exactamente o mesmo que defender uma alteração qualquer legislativa. Até pode existir unanimidade acerca da mesma, no entanto a mesma só passa a ser lei depois de aprovada nos órgãos competentes. E foi o que aconteceu também neste caso. Com base nessa "justiça", considerando que o Campeão Nacional deveria ser encontrado através do sistema de Liga, em 1938 a FPF, após 4 anos de experiência, decide passar a atribuir o título ao vencedor da nova liga então criada SUBSTITUINDO O CAMPEONATO DE PORTUGAL.
 
Ora perante este novo cenário, tratando-se de uma nova competição e tendo em conta que o campeão de Portugal se passou a apurar num sistema diferente do que acontecia até então, a generalidade da imprensa decidiu separar todos estes títulos (Campeonato de Portugal, I Liga e Campeonato Nacional), contabilizando-os separadamente até meados dos anos 2000. É fácil ver nos vossos registos e publicações isso mesmo.
 
Portanto, o que não se entende (porque está historicamente errado) é adicionar os títulos da I Liga aos títulos do campeonato nacional e designar os mesmos de "campeão nacional", pois não é a mesma coisa. Isto foi erradamente aceite pela imprensa desportiva a partir de meados dos anos 2000, mas constitui uma imprecisão histórica que deve ser esclarecida, até porque durante mais de 60 anos tudo era contabilizado distintamente, e sem polémicas.
 
E mesmo que isto, em determinado momento, tenha sido aceite pela FPF, é dever da imprensa desportiva resgatar a verdade histórica, pois, pura e simplesmente, esses títulos não podem ser, 60 anos depois, o que não eram então, mesmo que um qualquer órgão o delibere agora. Isso sim é revisionismo. É o mesmo que o parlamento alemão decretar que o Holocausto não existiu. Até poderia haver unanimidade, mas isso mudava o que de facto aconteceu?
 
Ou seja, voltando ao início, respeitando a história, tudo não passa de uma correcta aplicação do português.
 
Assim, se estivermos a falar de títulos de "campeão da Liga", efectivamente a contabilidade dos três grandes é a seguinte:
 
SLB - 35
FCP - 27
SCP - 18
 
devendo neste caso ser ressalvado que três dos títulos do SLB, bem como um do FCP, foram da I Liga (1934 a 1938),aos quais não correspondia então o título de campeão nacional.
 
Caso estejamos a falar de títulos de "campeão nacional", a contabilidade é a seguinte:
 
SLB - 35
FCP - 30
SCP - 22
 
devendo neste caso ser ressalvado que três dos títulos do SLB, bem como quatro do FCP e do SCP, foram do Campeonato de Portugal (1921 a 1938), prova em sistema de eliminatórias que foi substituída em 1938/39 pelo Campeonato Nacional.
 
Tudo isto, porque durante 4 anos, efectivamente, a Liga não atribuiu o título de "campeão de Portugal", mas apenas de vencedor da I Liga, cabendo o título de "campeão de Portugal" ao então vencedor do Campeonato de Portugal.
 
Devido a todo este historial, e perante um novo sistema instituído em 1938/39, no qual, pela primeira vez, o campeão da Liga (então designado Campeonato Nacional), passa a ser considerado o Campeão Nacional, a generalidade da imprensa decidiu contabilizar tudo separadamente, considerando apenas como campeão nacional os vencedores do campeonato nacional a partir de 1938/39. Apesar de não ser a mais correcta interpretação sob o ponto de vista histórico, como se viu atrás, foi de facto uma decisão salomónica, e que na verdade, durante mais de meio século, não mereceu grande contestação. Sob este prisma a contabilidade é a seguinte:
 
SLB - 32
FCP - 26
SCP - 18
 
Como referi anteriormente, durante mais de meio século, esta última contabilidade sempre foi relativamente pacífica, até que em meados dos anos 2000, decide-se alterar, e, imagine-se!, da pior forma, ou seja, considerando os títulos da I Liga, ao invés dos títulos do Campeonato de Portugal, como títulos de campeão nacional, ao arrepio da história e do que então estava convencionado e era formalmente reconhecido à época pela FPF. Porquê?
 
Espero sinceramente que o Record, respeitando também a sua história e todas as publicações que lançou ao longo dos tempos e que mais do que sustentam o que transmiti, saiba esclarecer definitivamente a opinião pública sobre o tema, a bem da verdade, e nada mais do que isso.
 
Dizer, por fim, que contabilizar os títulos do Campeonato de Portugal como títulos da Taça de Portugal, só porque se tratava de um sistema de eliminatórias e a taça era semelhante, é um exercício totalmente absurdo, pois ignora totalmente o contexto à época e as convenções então instituídas. Quem defende isso, demonstra bem o respeito que tem pela história - zero!"
 
Por Adolpo Sapinho, Benfiquista, no Jornal Record.
http://www.record.xl.pt/opiniao/escrevem-os-leitores/detalhe/titulos-de-campeao-nacional-de-futebol.html

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por impressoemmeiahora às 15:05

URSS ou Coreia do Norte: o silêncio da opinião popular

por impressoemmeiahora, Quarta-feira, 09.11.16

Trump ganhou. Até lido bem com isso. Na verdade, é-me indiferente. A democracia segue, nenhum drama acontecerá.

 

Mas já fico refodido pelo facto de ninguém me ter avisado. Isso preocupa-me. A esmagadora maioria da comunicação social enganou-me quando fez dele um impossível vencedor. Qual cortina de fumo dos grandes regimes totalitários do passado. Uma sondagem, apenas, deu vantagem ao Trump. Mero acaso? Ou será que ninguém foi muito sério na análise destas eleições? Afinal, quando vejo um telejornal, servem-me cabrito nascido gato.

 

A mesma coisa faz a comunicação social Portuguesa com o Benfica. Mas já estou enojado o suficiente para abraçar esse tema agora.

 

Saudações do Atlântico.

 

PS: 3-4 e 10-11 de Dezembro há ciclismo. Informem-me das circunstâncias.

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por impressoemmeiahora às 22:03

Memórias

por impressoemmeiahora, Quinta-feira, 06.10.16

Lembram-se deste post no Impresso?

O crédito habitação - nunca pedir.

Foi escrito a 06/07/2012 mas corre o boato que vai ser a qualquer momento reformulado de acordo com a teoria actual.

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por impressoemmeiahora às 21:14

Gueterres vs Xico

por impressoemmeiahora, Quinta-feira, 06.10.16

E um orgulho ser amigo de um inimigo Guterriano. O Xico bem tentou prevenir esta calamidade mas os Russos falharam-lhe.

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por impressoemmeiahora às 17:08

A intolerância

por impressoemmeiahora, Terça-feira, 20.09.16

É necessário ser obstinado e intolerante nas coisas que não podemos abdicar. Corremos o risco de alguém mais intolerante as conseguir roubar. Leitura obrigatória:

https://medium.com/@nntaleb/the-most-intolerant-wins-the-dictatorship-of-the-small-minority-3f1f83ce4e15?swoff=true#.4kewmlcts

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por impressoemmeiahora às 21:24

O jogo do século.

por impressoemmeiahora, Quarta-feira, 14.09.16

Real Madrid vs Sporting

O melhor jogador do mundo contra o melhor presidente do mundo.

 

 

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por impressoemmeiahora às 10:34

Falemos de Moda

por impressoemmeiahora, Quarta-feira, 31.08.16

Que polo bonito. Quase tão bonito como os que o Barros usa. Gostei.

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por impressoemmeiahora às 21:19

Tornar-nos-emos míticos no próximo Sábado

por impressoemmeiahora, Quinta-feira, 18.08.16

A mítica é uma assombração. Falhamos, falhamos e falhamos.

 

Será que passados 6 anos, gordos e repassados, existe esperança? Ninguém sabe. São 98,17Kms. 6 subidas. 23,14Kms a subir. Corremos sérios riscos de não conseguir porque pode ser humanamente impossível à nossa actual condição: Abel 90Kg, Figueiras 80Kg. Mas, em alternativa, não arranjamos nada melhor para fazer no próximo Sábado.

 

Eu e o Figueiras seremos disciplinados como nunca fomos antes, com perseverança chegaremos lá 6 vezes. E, apesar da estupidez da tentativa, acho que nos sentiremos bastante satisfeitos no fim. Fica o convite.

 

O Percurso da Mítica

 

Abel

 

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por impressoemmeiahora às 18:22


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