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O Figas - Projecto o que sabes e pensas dos teus amigos

por NSR, Sexta-feira, 03.08.12

Proveniente de famílias humildes do Minho, o Figas é o terceiro elemento a ser revisitado por este Projecto.

 

Um forte adepto da iniciativa privada, este elemento conta já no seu extenso e vasto currículo como fundador de 0 empresas.

 

Após a recolha das variadas opiniões, este elemento doravante será conhecido como: Acólito dos relvados, D.Januário, Petroleiro, Fodinhas, Taberneiro, Jan Ullrich de Âncora.

 

Ideais Familiares:

- Cozinhar, Lavar, Limpar, fazer tudo o que uma boa dona de casa sabe fazer!

 

- Tradicional

 

- Familia é uma estrutura fundamental

 

- Conceito apurado de família

 

- Adormecer no sofá com a esposa às 9 horas da noite

 

- Será um bom pai de família

 

- Será uma boa mãe de família

 

- Poder gravar todos as etapas do Tour (box cheia com gravações da novela da Natacha)

 

- O que a cara metade desejar

 

- É um homem moderno. Usa saias

 

- Tem interesse particular em ser pai de família. Menos em ter família.

 

- Projecto pessoal importante que necessita cálculos e ponderação.

 

- Por vezes exagera o conceito familiar, com viagens de 3000Km de sofrimento



Ideais Políticos:

- Homem de direita, conservador nos costumes e liberal económico

 

- Diagnósticos não são soluções

 

- Acha giro o liberalismo mas não deve passar de um socialista. Debita ideais liberais, mas não sei se tem coragem para os cumprir.

 

- Toque nacionalista, não vê com bons olhos os mamões estrangeiros

 

- Dada a religião, familia, será mais um Centrista-conservador-social-cristão

 

- Ressuscitar os Habsburgos

 

- Claramente de direita

 

- A história repete-se

 

- Vê a política para além do básico, opiniões sólidas

 

- Daria um bom presidente de Junta, mas seria incompreendido pela população

 

- Único elemento dos 5 alguma vez filiado num partido político…

 

- ANTI Soares, Guterres e Sócrates

 

- É contra a existência de sindicatos

 

- É gajo para arranjar desculpa para votar sempre num tipo parecido com Mário Soares.

 

- Resiste numa visão do capitalismo regulado cuja tentativa de aplicação falhou uma e outra vez desde o início do sec. XX

 

 

Ideais Económicos

- Arbeit macht frei

 

- Trabalhar

 

- Trabalhar Mais!!!

 

- Economicamente inteligente e poupado

 

- Agora está numa de liberalismo e anti-serviços - mas se lhe pisarem os calos muda

 

- Parece assumir a interpretação errada do Jardim do Eden segundo a qual ao atrevimento do homem, Deus castigou com o trabalho.

 

- Arrisca com ponderação

 

- Ressabiado por ter sido preterido como braço direito do Tino nas questões económicas

 

- Apesar de poupado, não é agarrado

 

- O dinheiro é para poupar mas também pode ser gasto ao serviço dos prazeres das pessoas

 

- Sabe que qualquer produto tem uma marca, uma qualidade e um preço - mas só este último é que interessa

 

- Casou-se para ter benefícios fiscais. Está tudo dito.

 

 

Ideais Religiosos

- Quer preservar o lugar da religião na sociedade mas está a ver o caso mal parado

 

- Catolico conservador

 

- Casar com uma não crente como forma de demonstrar o seu amor a Deus

 

- Católico

 

- Admite o defeito dos outros mais do que ninguém mas fá-lo por desvalorização interna do outro

 

- Recita passagens da Bíblia para irritar o Xi-Cotão e fazer rir o Araújo

 

- Católico convicto

 

- Equilibrado e com bom senso

 

- Daria um bom padre

 

- Não admite outra visão moral que não a dele próprio

 

- Católico Apostólico Romano

 

- Casar com véu e grinalda

 

- Católico que dorme com a bíblia na mesinha de cabeceira

 

- A leitura da bíblia nunca foi feita para a entender mas para se justificar

 

 

Ideais Gastronómicos

- Comer não é uma coisa técnica - é um prazer, é a sua cultura familiar. Vive a comer. Por vezes parece que se interessa pela qualidade mas é como o Abel - Muito chega.

 

- Ambivalente: prendado na cozinha mas fã do McDonalds

 

- Francesinha no Café Novo, mas com aqueles rissóis antes.

 

- Come de tudo, não é esquisito

 

- Ter todos os electrodométicos existentes

 

- Boa companhia à mesa

 

- Bem regado

 

- Excelente cozinheiro

 

- Não se permite a surpresa de um tomate à sobremesa

 

- Sobremesa

 

- Arroz doce da mãe Zeza

 

- Excelente chef de refeitório

 

- Quando se convencerá que o verbo cozinhar começa meses atrás na terra?

 

- É o Rei dos Buffets, ALL YOU CAN EAT

 

 

Ideais Médicos

- Velho do Restelo que fala mal do sistema mas nada faz para o alterar

 

- Gostava que fosse o meu médico de família

 

- Extensão do seu ideário, tendo dificuldade na distinção entre homem e médico.

 

- Elevados valores morais médicos

 

- Não passa baixas

 

- Boa capacidade para organização de cuidados médicos

 

- Medicina baseada na evidência

 

- É um trabalho

 

- Queria gostar mais, mas a cabeça já tem muito que fazer

 

- É um Anjo da Noite

 

- Gosta do exercicío que relaciona a vida das pessoas às doenças

 

- Pau mandado de um grupo de mulheres incompetentes




Aguardam-se mais críticas nos comentários como vem sendo habitual.

 

Ahhh... e o próximo também está bom.

Autoria e outros dados (tags, etc)

por NSR às 20:06

31 comentários

De Francesco Melzi a 11.08.2012 às 19:08

O Sr. concorda com o pintor de Mona Lisa: o corpo humano é frágil demais para a sua alma.
O Sr. concorda com o redesenhador do Homem Vitruviano: "milhentas maneiras" para ultrapassar essa fragilidade e para preencher essa alma.

Quer a fragilidade quer a acção do Homem para a resolução dessa fragilidade são reais. Chame-lhe o que quiser. O Leonardo não negava nenhum conhecimento, nenhuma ciência ou patranha merecia menos reflexão por parte dele mesmo que depois arrumasse na gaveta, por isso, não tem pretensões de cultivar o seu culto pela força ou desdém e, conclui, que os cultos dos outros são manifestações de uma mesma coisa. Mais uma vez, chame-lhe o que quiser. Mas a vontade, a espiritualidade, a ligação e a crença (mais ou menos organizadas em "religiões", "seitas", associações, grupos, movimentos, etc) são ubíquos, inatos e estão na génese. Tudo isso pertence à dita cuja - não digo porque se digo o Sr. ateia logo fogo a isto tudo. Ateia, atei, ateu - o grupo dos negadores também têm a sua fezada, a sua ligação, a sua vontade e a sua esperança que assim era melhor para si e para os outros, logo também fazem o favor de manifestar o carácter inato da dita.
O sr. tem, eu tenho, você aí em casa também tem, mais ou menos organizado.

in "Nuova Cancione".

O Sr detetou a grande falha do Leonardo (alguma falha tinha de ter, já foi há tantos anos...) - talvez a espiritualidade, a inteligência, o respeito pela vivência do outro não sejam tão generalizadas assim: é coisa que não transparece do Sr. Barros. Ou isso, ou ele está mal classificado. Daí que sempre que se passe a barreira formada pelo Pinto da Costa, o Toni Salvador e outro chapeleiro, comece a falar com as mãos e os pés.

De Anónimo a 17.08.2012 às 15:08

Hábitos generalizados não os tornam ubíquos. E algo ubíquo não é necessariamente inato (presumo que quererás dizer geneticamente determinado?).

Eu não tenho necessidade de mais nada. Sei que este Mundo acaba para mim quando eu morrer.
E as ligações que estabeleço com pessoas, coisas e ideias neste Mundo são para mim"sagradas". E a isto queres tu chamar religião?

Se de facto concordamos, então a tua forma de expressão é enganadora ou propositadamente críptica.

Se chegamos a conclusões semelhantes, a que conclusão chegamos? Podes elucidar-me em português anticlerical ou, pelo menos, pós-25 de Abril?

De Acordo a 21.08.2012 às 18:13

Chegamos a conclusão que a crença em algo comum a um grupo é geral.
Chegamos a conclusão que esse algo comum tem enorme influencia nas relações e vida de cada elemento do grupo. Aliás esse algo nasce com, transcende e une o grupo. Á falta de palavra mais consensual (poderia ser fé, amor etc.) chamemos-lhe ligação/sentimento do outro, o que quiser. O homem não é Homem, não exprime a humanidade sem grupo.
Assim, acho que se pode concluir que concordamos que é algo inato e ubíquo.

Se inato é genético - não sei, não era a isso que me referia, mas sim já "nasce", certamente que a genética está ao serviço. Quanto a religião ser a ligação com pessoas, coisas e ideias - sim. Não queria que se confundisse com os ritos e confissões religiosas que são especificas de cada cultura e sociedade: parece-me que umas mais completas e bens estruturadas que outras, de tal maneira que resistiram aos tempos.

Um aparte - o senhor diz que o Mundo acaba para si quando morrer. Mas fez bem dizer "este Mundo" - enganou-se ou foi propositado? Porque agora é anónimo e jovem e, por isso, neste momento, o fim do Mundo parece algo longinquo. Mas mais para a frente talvez não tenha a mesma certeza. Aliás, se já tem um rebento, talvez a perspectiva seja diferente, mas já sabe que também por aí o seu mundo não acaba.

Voltando ao homem. Podemos considerar mais um animal, perecível. Contudo, a história, a realidade e a actualidade mostra que é muito mais que um animal. Toda a mente, psicologia, relações interpessoais, sentimentos, ligações, conflitos, emoções, pensamentos, esperanças, vontades, desilusões, futurologias, antecipações... toda a alma transborda em muito o corpo e, reforço a minha opinião, vai muito além no espaço e tempo. Podemos considerar o homem como uma animal, talvez como um conjunto mais evoluído de células que o conjunto que define o João. Mas até no João....

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