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Obrigado Tino

por impressoemmeiahora, Sexta-feira, 22.06.12

Acho que é um Obrigado que peca por tardio.

 

Temos de ser assertivos neste assunto: estamos a falar de muito dinheiro. Dinheiro não é tudo, aliás, é o de menos. A importância do dinheiro neste blog é algo diferente da importância que habitualmente lhe é dada: aqui não se quer dinheiro para comprar grandes casas ou carros ou para fazer grandes passeatas. Basicamente aqui o dinheiro é apenas visto como uma maneira de não nos estarem sempre a "foder" a cabeça. Ainda pensei em alguns sinónimos para a palavra anterior entre aspas mas desisti, afinal é a palavra que melhor expressa o sentimento que se pretende transmitir e, como tal, seria pecaminoso substituí-la.

 

Digo Obrigado Tino porque não é todos os dias que alguém descobre como inventar dinheiro. É certo que tal não é feito aumentando a produção do País, tendo como base grandes valores sociais ou grandes projectos que geram emprego. De facto, é uma maneira de gerar dinheiro inútil. Mas gera dinheiro... e muito. Acho que substimamos esta descoberta.

 

Sei que existe muito descrente por aqui. Sei que alguns me vêm até como um crente em situações impossíveis (sobre isso existe um estudo em curso). O sentimento que retribuo é de alguma paciência pois, sem reservas, é a vossa ignorância sobre o tema que vos faz duvidar. Não se fala em fé aqui, fala-se em tempo. É apenas uma questão de tempo para que no Impresso se invente dinheiro.

 

Sei que isto causa alguma confusão. Sei que isto para alguns parece impossível. Mas não o é.

 

Partilho aqui um email pessoal.

 

"Não tenho dúvidas que a maior parte dos nossos colegas só pensa em medicina e nada mais. Foram fabricados pelo sistema para serem aquilo e fazem apenas o que é esperado deles (são necessárias algumas pessoas assim também, nada contra, o XXX é um desses, dos certinhos, dos alinhados hehehe).

Sim, podem ser inteligentes, mas chegaram a um ponto em que se deixaram limitar: não são criativos, não arriscam, falta-lhes imaginação, falta-lhes inconformismo, no fundo falta um pensamento divergente. Um exemplo que só de pensar nisso é ridículo: Até a merda dos jantares de curso quem é que organizava!?!?
E quando envelhecem só se sabem queixar do sistema, do sistema que eles nunca tentaram mudar, nunca tentaram melhorar, porque se acomodaram, porque nunca usaram as suas potencialidades para alterar nada do que está à volta. 
Ficaram parados no tempo, estáticos, no seu cantinho, no seu consultório, no seu serviço, acham que são melhores que os colegas, que os doentes e a população em geral apenas por terem um diploma de médico, quando no fundo a maior parte são uns autistas, não conhecem o mundo, não conhecem a realidade do que se passa na porta ao lado.
Como dizes eu nunca acreditei muito na Medicina... para ganhar a vida... Acho que poderia ser igualmente competente em inúmeras áreas, desde química, informática, contabilidade, sei lá. Vim para Medicina porque olha, os bons alunos vão para Medicina e porque sei que era um orgulho para os meus Pais e Avós. Portanto já tive a minha fase de alinhado com o sistema e já dei essa alegria aos meus Pais, por isso agora o objectivo é conseguir ser independente financeiramente do trabalho para poder fazer algo de diferente na vida."
</p>

 

Pela minha parte, em poucas palavras, fica o agradecimento ao Tino por me fazer um homem rico. E agradeço-lhe também pela minha família e pelos restantes elementos deste blog que não sabem mas que também vão ficar ricos. Escrevo isto agora pois daqui a uns anos, quando o mundo descobrir este blog e as ideias utópicas nele defendidas, ser-me-á dada razão. Até lá, tenho de vos sofrer, na alegria de saber que é nesta diversidade de ideias que reside a nossa amizade. 

 

Fico contente por ainda conseguir escrever estes textos sonhadores. É sinal que mantenho a minha saúde mental intacta e a minha orientação de vida no sentido correcto.

 

Em baixo, o cruzamento entre a localização das derrotas reais do fundo D. Branca numa sequência de jogos e o modelo Teórico do mesmo com 93% de acertos (que é a taxa de acertos do Fundo até à data). A concordância entre o esperado e o real deve, pelo menos, despertar alguma curiosidade. Reparem que em cerca de 12% das vezes deveríamos chegar aos 30 jogos consecuticos.... e na realidade o conseguimos efectivamente em 12% das vezes.

 

Isto é utopia? As novas Guidelines da Insuficiencia Cardíaca estão a anos luz do nosso grau de evidência.

 

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por impressoemmeiahora às 17:12

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