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A Crise vista de Atenas e de Quarteira

por impressoemmeiahora, Domingo, 25.09.11

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por impressoemmeiahora às 19:37

SR. DOUTOR, POR FAVOR

por NSR, Quinta-feira, 15.09.11

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por NSR às 23:19

Sporting quo vadis?

por impressoemmeiahora, Quarta-feira, 14.09.11

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por impressoemmeiahora às 21:17

Dormir com um olho aberto...

por impressoemmeiahora, Segunda-feira, 12.09.11

Cambada de mansos!

 

Acham que ainda há possibilidade de salvar o navio de naufragar acusando os nossos irmãos de mamões? Eles são e serão vitimas como nós da teia por aqueles lançada. Precisamos unir esforços contra a "Grande Porca" e não pretender que estamos isentos de culpa apenas porque apontamos o dedo àquele que, por inépcia da teia montada, ainda consegue mamar um bocadinho mais.

 

Incapazes de dizer o que pensam em reuniões de serviço, prudência nas conversas de café, educação perante quem escavou com machado o fundo do navio...

 

Sejam homens.

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por impressoemmeiahora às 08:55

O fim do jardim de Jardim

por NSR, Domingo, 04.09.11

http://www.jn.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=1974855&opiniao=Rui%20Moreira

 

Opinião

 

Rui Moreira

 

Perante notícias que davam conta do provável fim da zona franca da Madeira, de benefício desconhecido para o país, Alberto João Jardim ameaçou com a independência do arquipélago. O separatismo é assim o último argumento do velho senhor da Madeira, em vésperas de eleições e a braços com a bancarrota da região, cujos contornos vêm sendo conhecidos desde que a troika começou a pedir contas mais detalhadas. Em rigor, a referência à independência é um passo doble de Jardim, que tenta chantagear o Governo da República e, também, congregar apoio dos eleitores, numa região em que tudo parece depender do seu governo, e das suas boas vontades.

 

É claro que na região há muita gente que, de forma discreta, ou mesmo secretamente, detesta o autoritarismo instalado, odeia a nomenclatura que controla os negócios e o despesismo sem tino e se envergonha com o tom e o teor dos discursos de Jardim. Há muitos outros que viveram anos e anos à custa da economia artificial, que têm emprego garantido no gigantesco sector público da região, e que sabem ou pressentem que, doravante, nada será igual. O problema é que como a região está falida, nem uns nem outros vêem que haja uma alternativa, e muitos ainda acreditam que Jardim conseguirá, com o seu discurso ingrato, atemorizar o Governo dos cubanos e manter em silêncio o Sr. Silva, que sobre a Madeira não tem opinião. Por essa razão, Alberto João é visto como o vencedor antecipado das eleições regionais, ainda que se admita que possa perder votos. Mas essa vitória anunciada pouco ou nada resolverá. Os súbditos continentais de Jardim, porque é isso que somos neste sistema colonial invertido construído após o 25 de Abril, em que os insulares foram poupados a pagar a sua parcela nos custos de soberania, não podem continuar a sustentar esta situação e a saldar as dívidas que se continuam a acumular em ambas as regiões autónomas. Por isso, espero que o Governo não se atemorize nem ceda a pressões. Espero que se limite a cumprir as obrigações constitucionais que são mais do que suficientes em termos de solidariedade territorial e que não hesite em reduzir o custo das empresas públicas.

 

Se Carlos César não quer fazer ajustamentos nos salários da Função Pública e quer ter empresas regionais inviáveis e inúteis, deve pagar a factura à custa dos seus eleitores.

 

Se Alberto João não tem dinheiro para pagar aos fornecedores do seu sector público, que aumente o IVA na Madeira, pelo menos para níveis idênticos aos que vigoram no continente. E se quiser propor um referendo na Madeira sobre a independência da região, estarei entre aqueles que aplaudirão a sua iniciativa.

 

Creio que os madeirenses não partilham desse sentimento separatista que Jardim sempre teve dificuldade em ocultar, e que apenas volta a revelar agora, por desespero. Mas, se o referendo for nacional, temo bem que o voto favorável à independência, que não é a minha escolha, venha a ser maior no continente do que na Região Autónoma da Madeira, porque os continentais, que Jardim apouca, estão fartos de carnavais. Gosto muito da Madeira, acho piada a Jardim, não me aflijo com as suas bravatas, reconheço o que fez no passado para contrariar o centralismo de Lisboa, mas tenho dúvidas sobre muitas das suas obras, que retiraram à Madeira algumas das características únicas e levaram à estagnação do turismo, e tenho a certeza que o monstro que criou, com sector público exagerado à custa de uma subsidiodependência cada vez maior, é um espectáculo caro e um luxo insustentável para um país como o nosso.

 

A sua eternização no poder resulta das contradições do estatuto autonómico, na medida em que os grandes contribuintes para as suas políticas não votam, sendo natural que os beneficiários locais o apoiem enquanto acreditarem que a sua fórmula é eficiente. Lamento, também, que Jardim tenha contribuído, assim, com o seu estilo e com os seus exageros, para dar argumentos aos centralistas, criando um monstro cuja incontinência ajudou a enterrar a regionalização.

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por NSR às 23:39

Os números do Angliru

por impressoemmeiahora, Sábado, 03.09.11

Primeira subida: 5.4Km a 8,96% (início nos 302m, chegada aos 786m)

 

Angliru: 12.5Km a 9,96% (início nos 325m, chegada aos 1570m)

 

Subida de regresso: 7.8Km a 5,96% (início aos 321, chegada aos 786m)

 

Subida do hotel: 0.75km a 14,1% (iníco aos 361, chegada aos 467m)

 

Distância total percorrida: 64.6km

 

Total de Altimetria acumulada: 2300m.

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por impressoemmeiahora às 19:50

Discute comigo que o Figueiras não tem tempo...

por impressoemmeiahora, Quinta-feira, 01.09.11

Nunca pensei que apesar das dúvidas ou quase confirmações acerca da ineficácia deste governo em fazer o que deve ser feito, fizesses um tal desvio à esquerda, ainda por cima omitindo a explicação do raciocínio.

 

 

 

Façam-me um favor... tentem entender...

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por impressoemmeiahora às 14:42

Next!

por impressoemmeiahora, Quinta-feira, 01.09.11

Posso sugerir Cabeza de Manzaneda... a um passo de Chaves? Foi a etapa de ontem da Vuelta ganha por David Moncoutie. Avanço já com candidatura à vitória apesar da forte concorrência dos manos Schleck e do todo-terreno e imperturbável "He-Who-Must-Not-Be-Named".

 

Abel... deixo-te seguir na minha roda...

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por impressoemmeiahora às 10:16


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