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O regresso do Impresso

por impressoemmeiahora, Quarta-feira, 16.03.16

Estava Morto.

 

Enterrado.

 

Esquecido.

 

O Impresso fazia parte de um imaginário colectivo de uma pequena quadrilha.

Fazia parte de uma fase da vida em que tudo merecia respinganço.

Como em qualquer ciclo, em determinado momento tudo se alinhou e deixou de fazer sentido questionar o mundo.

O mundo, o Passos, o Portas e o Cavaco.

Ficou mudo o Impresso. O lápis azul ganhou.

Mas soube bem o silêncio.

Que paz, que tranquilidade. 

Eis senão quando, alguém resolve abalar tudo.

Sabem do que falo.

Pois é, o PBA casou-se.

Senti o meu mundo ruir.

Tal como um terramoto que surge inesperadamente, uma década e meia de forte crença nas palavras daquele homem tinham-me deixado exposto a qualquer deriva do caminho que nos pregava incessantemente.

Alguém cujo principal divertimento durante anos foi o achincalhamento público (e merecido) dos demais nesta temática.

Meus caros podemos festejar.

A doutrina de pacotilha finalmente desapareceu.

Em segredo, com vergonha e sem despedida de solteiro. 

Posso com toda a certeza nesta data dizer que nenhuma outra acção me faria reabrir o Impresso.

Este é o Tsunami que aquele terramoto provocou.

Pois é, o Impresso está de volta.

E com ele o sarcasmo, o escárnio e mal dizer, a ironia, a troça, a corrosão e a mordacidade que o caracterizam.

 

Parabéns PBA!

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por impressoemmeiahora às 22:28

13 comentários

De Abel a 17.03.2016 às 11:56

A Clara casou e dou-lhe os meus parabéns. Mas no outro dia comprei Sugus com sabor a cereja. Também não sabia que existiam.

De Xico a 17.03.2016 às 12:17

O casamento é uma coisa séria, Abel.
Então quando o solteirão de Sequeira se casa, assistimos mesmo a uma mudança de paradigma.
Se o Barros se casa e tem filhos, todas as pessoas solteiras em idade fértil são idiotas.
De certa forma o Barros casou mas continua a achincalhar grande parte da população.

De Abel a 17.03.2016 às 15:16

Fico sem perceber se isso me ou nos inclui. Mas esta afirmação provavelmente responde à minha questão.

De Pedro a 18.03.2016 às 14:04

Abel.. Só tu e eu somos idiotas a partir de agora.
Estou de acordo com o Xico. O 'casado de fresco' só se sente bem a achincalhar, seja com o que for. Agora vai ser com os solteiros.


E tu continuas a ser um bom alvo de escárnio.. Sempre foste.. Ah Sporting, ah Zporting!!!

Parabéns grande Barros!

De Fisgas a 19.03.2016 às 19:15

Este é o evento do ano. Toda a gente pensava que o ano ia ser marcado pela vitória do Sporting no campeonato. Mas não: não só isso não vai acontecer como é totalmente relegado para 2 plano pela reabertura do Impresso.

Apesar de adormecido, esteve sempre atento, sempre à escuta. O Costa, a Katy e o Jerome fizeram o que fizeram, o Marcelo virou comentador em Belém, o diCaprio ganhou o Oscar, a Coreia do Norte pariu uma bomba e confirmaram uma teoria qualquer do Einstein. Mas o Impresso não se precipita. Sábio, manteve-se sossegado para não desperdiçar energias. Isso é para principiantes, ou instituições que não estão habituados aos grandes jogos. O Barros casou e isso sim, exige a intervenção da artilharia pesada do Impresso. A estrutura acordou, os comentadores foram convocados, advogados em correria nos corredores, os brokers com as mãos na cabeça e, just in case, o lápis azul foi retirado da gaveta, afiado e colocado em cima da mesa.

A política assumida pelo Impresso é de felicitações ao Barros. Estuda-se é se é necessário carregar em cima dele devido aos seus atos e palavras do passado, nomeadamente as críticas a um casamento ocorrido há anos, planeado e comunicado com antecedência devida, incluindo uma despedida de soteiro em terras estrangeiras.

De Cáustico a 20.03.2016 às 00:04

Só a pandilha de Braga conseguiria cagar-nos em cima e pretender ser tudo muito natural. Isto tem um nome: Soberba.

Curiosamente é o primeiro passo de todos os regimes antidemocráticos. Não são pessoas de bem. Ponto final parágrafo.

Eu já devia ter dado conta disso mesmo quando algures numa final europeia resolveu mudar de clube para o Braga. Um homem que troca de clube? Tudo é possível depois disso. E foi.

Digo mais, nunca alguém esteve tão perto do lodo político como este senhor. Fez-me aliás lembrar o irrevogável do Portas.

Mas parabéns pelo golpe de génio.

De Abel a 20.03.2016 às 08:56

A ânsia da crítica enraizada por hábitos infantis, fez-me usar precocemente o verbo transitivo criticar. O PBA acolheu-me com respeito na última sexta, recebeu-me com gravata, mostrou-me orgulhoso a sua aliança matrimonial e alimentou-me. Considerando a condição da espécie em causa, dou-me por satisfeito.

De Mantendo o clima agreste a 20.03.2016 às 10:31

És um vendido. E, por sinal, barato. És de Braga também? Vais mudar de clube a 3 jornadas do fim quando perceberes que o Sporting já não vai chegar lá?

De Barros a 21.03.2016 às 21:56

Em Abril de 2013 deixei de frequentar o Impresso por censuras sucessivas. Fui convidado a sair e assim o fiz. No entanto, como vira-casacas que sou, aqui estou eu mais uma vez.
Pretexto para a reabertura do Impresso, o meu casamento. Parece-me apenas um pretexto de ocasião. O casamento foi a comemoração que eu e a Clara idealizamos. Fizemos almoços/jantares com familiares próximos e amigos do peito. Quem foi convidado sabe o que significa para nós.
De resto continua tudo igual.

De Bastardo a 22.03.2016 às 22:42

"O casamento foi a comemoração que eu e a Clara idealizamos."

Disso não duvido! Mais de uma década para preparar um casamento destes, tão imponente, mal seria se o alinhamento dos cartões do cidadão que se vê na foto não estivesse perfeito.

De Loveyou a 23.03.2016 às 08:31

Parabéns Barros. O jantar estava ótimo, vocês estavam bonitos e espero que sejam muito felizes.


Acho que já chega de malhar no Barros. Vamos passar a outro tema.

De Tino a 25.03.2016 às 01:12

Eu já esperava que fossem muito felizes, muito antes de casarem. Já os vi bonitos antes de casarem e já me trataram como um rei em termos de comes e bebes na sua casa diversas vezes antes de casarem.

Portanto nada mudou com este casamento.

Assim sendo autorizo que aqui no Impresso se continue a cantar o Malhão bem afinadinho, como o Barros gosta, e merece, acrescento eu.

De Bento XVI está a finar-se a 26.03.2016 às 14:09

Ainda ninguém nos elucidou do seguinte:
Mudou ou não o último nome da Clara para Araújo? É de crucial importância aferir este parâmetro.

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