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Mais uma pérola da geringonça de esquerda

por impressoemmeiahora, Sexta-feira, 03.06.16

"O Ministério da Saúde considera que estão reunidas as condições para que se assegure o acompanhamento à parturiente e o envolvimento do pai, ou outra pessoa significativa, em todas as fases do trabalho de parto, mesmo quando seja efetuada uma cesariana"

 

Já estou a imaginar o pai, ou outra pessoa significativa (2ª mãe, transsexual, hermafrodita, cão ou qualquer coisa indefinida) a tocar no ombro do obstetra durante a cesariana e a dizer-lhe que a técnica que viu na internet não é assim.

 

https://www.sns.gov.pt/noticias/2016/04/19/cesarianas-direito-de-acompanhamento/

 

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por impressoemmeiahora às 19:52

5 comentários

De x a 04.06.2016 às 22:51

acho que o fogo de artificio deve ficar para depois, mas pronto...

De NSR a 05.06.2016 às 22:07

Prática já comum noutros países e sem qualquer tipo de impacto significativo na saúde de mãe e criança.
Sem história nem interesse para este blog.

De Barros a 09.06.2016 às 23:38


A justificação de que é pratica noutros países não me convence.
Assistir a um parto eutócico (que eu fiz) já me parece um assunto delicado porque pode haver complicações mais ou menos previsíveis. Uma cesariana é uma cirurgia com potencial de complicações ainda maior. E depois a necessidade de criação de circuitos independentes para o pai em blocos que não têm essa capacidade e ter um elemento da equipa para explicar as fases da cirurgia são exigências de quem não tem noção da realidade e não sabe o que é uma cirurgia ou um bloco.

De Abel a 10.06.2016 às 23:09

Pronto... foi Pai e já percebe de orgazinação (de qualquer coisa). Manias.

De NSR a 13.06.2016 às 20:41

Ser prática noutros países não é a justificação. É apenas constatação. A justificação é de que é positivo para os pais partilhar esse momento e havendo condições deve ser feito uma vez que não prejudica a saúde da parturiente nem da criança nem a prática dos profissionais.
Um exemplo do havendo condições: tu ficaste a dormitar no Hospital com a tua esposa e a criança, já eu não fiquei porque o Hospital onde o meu nasceu não permite porque não tem condições.
Todos os que não tenham condições devem criá-las. Não deixam de haver regras de comportamento e de segurança.

Chama-se evolução.

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